Plástica Ocular e Estética

Plástica ocular e estética

A plástica ocular é uma subespecialidade na oftalmologia, que estuda e trata afecções nas pálpebras, cílios e supercílios, bem como vias lacrimais e órbita. São estruturas que dão sustentação e proteção ocular, portanto, quando sofrem alterações, podem interferir diretamente na saúde ocular e qualidade de vida do paciente.

A plástica ocular tem como objetivo o restabelecimento do contorno palpebral, a melhora da expressão do olhar e a aparência. Além de ser reparadora, propõe-se a melhorar alterações de causas genéticas, causadas por traumas ou inflamações ou pelo próprio envelhecimento.

Tratamentos

Os tecidos do rosto (pele, músculos e gordura) perdem a elasticidade e volume, e sofrem a ação da gravidade; formam-se sulcos, bolsas, pregas e rugas ao longo dos anos.


Os fios de sustentação são grandes aliados no combate à “lei da gravidade” junto com o Botox® e os preenchimentos. São menos invasivos e uma alternativa valiosa contra os efeitos do envelhecimento, que têm por objetivo reposicionar algumas estruturas do terço médio e inferior da face e amenizar a queda facial com efeito duradouro. São um procedimento que consiste na colocação de fios de polipropileno (não absorvíveis) ou polidioxona (absorvíveis) nos tecidos profundos da face e pescoço, com o objetivo de corrigir algumas áreas de flacidez.

Mais detalhes

Os fios possuem espículas que os mantêm fixos no local escolhido e realizam a tração para a direção desejada. Além de tracionar, ele induz a produção de colágeno ao redor das espículas, o que melhora ainda mais a sustentação facial. Eles têm a vantagem de atenuar rugas e suavizar sulcos da face, tratar a flacidez do pescoço de forma extremamente rápida e sem a necessidade de uma cirurgia plástica mais invasiva.

São realizados com anestesia local e sedação, sempre com a presença do anestesista, para maior conforto do paciente.

O resultado é rápido e já pode ser percebido após alguns dias do procedimento, com resultado final com aproximadamente três a quatro meses da realização.

A indicação deve ser feita pelo especialista, mas geralmente é contraindicada em pacientes com flacidez excessiva, tecido muito fino ou muito grosso.

A longevidade dos benefícios deste procedimento varia em função das características biológicas individuais e do gerenciamento dos fatores de envelhecimento externos (exposição solar e tabagismo), mas normalmente os resultados são visíveis durante aproximadamente três anos. Pode-se realizar novamente após algum tempo, sempre com avaliação do especialista.

Com o passar dos anos nossa pele diminui a produção de ácido hialurônico e começamos a ver essa diferença, principalmente na face, que começa a mostrar os sinais de envelhecimento. Mas é possível suavizar os sinais e melhorar a aparência com a aplicação de preenchedores à base do ácido hialurônico. Esse procedimento suaviza as olheiras, aumenta o volume dos lábios e melhora as marcas que chegam com o tempo, restaurando o volume e criando a sustentação para melhorar a forma e o contorno facial.

Utilizados há mais de 20 anos, preenchedores de ácido hialurônico trazem versatilidade em um tratamento personalizado, conforme seu tipo de pele, estrutura facial e suas necessidades específicas. Como o ácido hialurônico está presente naturalmente no nosso organismo, os resultados são naturais e o procedimento é seguro e livre de cicatrizes.

Dúvidas Frequentes em relação ao Preenchimento com Ácido Hialurônico

Quando aparecem os resultados? Os resultados do preenchimento aparecem logo após a aplicação. Apesar do leve inchaço local, o efeito imediato é muito próximo do resultado final.

Ficam Cicatrizes? Não. São realizados com microcânulas e agulhas finas para minimizar os efeitos cicatriciais da pele, podendo voltar ao trabalho no mesmo dia.

Pode ser realizado junto com outros procedimentos? Sim. Não existe problemas em ser realizado com Toxina Botulínica (Botox®) e Fios de Sustentação Facial para melhor harmonização facial.

O Botox® é um dos nomes comerciais do produto composto por toxina botulínica tipo A, extraída a partir de uma bactéria chamada Clostridium botulinum e tem sido um grande aliado para quem quer diminuir as marcas de expressão.

Essa toxina age paralisando de forma temporária a contração dos músculos da face, dando origem às rugas e levando, com o passar dos anos, à formação de vincos na pele. Sua aplicação faz com que as rugas de expressão dos pés de galinha, testa e região de glabela (entre as sobrancelhas) não enruguem durante a contração muscular, deixando a pele lisa onde foi aplicada.

Dúvidas Frequentes em relação ao Botox®:

Qual a idade ideal para utilizar o Botox®?

No geral, todas as pessoas podem apresentar benefícios da aparência da face com esse tratamento.A partir dos 30 anos as pessoas já são candidatas, mas existem pessoas que são mais expressivas e podem formar rugas e vincos mais precocemente.Nesses casos, pode-se aplicar o Botox® a partir dos 20 anos.É importante frisar que cada caso deve ser avaliado individualmente.

Qual a duração da aplicação do Botox®?

A duração média é de quatro a seis meses.
Após três meses o músculo deixa de ficar totalmente paralisado e volta lentamente a contrair.

A aplicação de Botox® causa dor?
A aplicação é feita com uma agulha muito fina e com utilização de anestesia tópica, em pontos, específicos. Quase não há dor.

Existem efeitos colaterais?
Os efeitos colaterais são muito raros em mãos treinadas.
O mais comum é a equimose, um roxo na pele onde foi feita a aplicação, nada que uma maquiagem não esconda.
Muito mais incomum seria a Ptose Palpebral (queda das pálpebras), que é descrita em livro, mas é temporária e em poucas semanas volta ao normal.

Com o passar dos anos, as pálpebras vão se tornado frouxas, o que leva a um excesso de pele e protrusão das bolsas de gordura que ficam sob as pálpebras. A blefaroplastia corrige essas alterações, que algumas vezes podem prejudicar a visão, retirando o excesso de pele e reduzindo as bolsas de gordura. O resultado desse procedimento são pálpebras mais lisas e planas que criam uma aparecia mais alegre e descansada.

Mas a blefaroplastia não tem apenas uma função estética. As pálpebras desenvolvem uma função essencial na proteção e lubrificação dos olhos, e qualquer alteração nelas, seja devido a traumatismo, inflamação, tumores, entre outros, tem que receber o tratamento adequado para restabelecer a sua função essencial. Nesses casos o tratamento pode ser clínico ou cirúrgico.

Dúvidas Frequentes em relação à Blefaroplastia:

Existe uma idade ideal para se operar as pálpebras?
Não.
Com o envelhecimento facial a pele palpebral se torna frouxa, levando a um excesso de pele e protrusão das bolsas de gordura, o que causa uma aparência de cansaço e envelhecimento.
Alguns pacientes têm uma tendência familiar a ter esse excesso de pele palpebral em idade mais jovem.
A partir dos 40 anos, a maioria dos pacientes já possui excesso de pele e bolsas de gordura que necessitem de intervenção cirúrgica.

As cicatrizes são visíveis? Onde se localizam?
A cicatriz da cirurgia é colocada no sulco palpebral, uma dobra que os pacientes possuem na pálpebra, observada ao fechar os olhos.
Assim, quando a paciente está com os olhos abertos, geralmente a cicatriz não fica visível mas, ao fechar os olhos, ela pode ser visível nos primeiros seis meses após a cirurgia e vai ficando menos perceptível com o passar dos meses.

O pós-operatório é doloroso?
Geralmente não. O paciente deve utilizar as compressas, conforme orientado pelo seu cirurgião plástico ocular.

São prescritos medicamentos para dor, mas geralmente os pacientes não necessitam de seu uso.

A blefaroplastia palpebral melhora as olheiras?

Não, a cirurgia palpebral não corrige olheiras. Somente corrige o excesso de pele palpebral e bolsas de gordura. O paciente que já possui olheiras as manterá após a cirurgia, podendo em alguns casos serem amenizadas quando existe um sulco mais profundo com a técnica de reposicionamento de gordura.

O problema é causado pela produção exagerada de lágrimas ou pela drenagem inadequada dos dutos lacrimais, devido a um bloqueio, como cicatrizes causadas por sinusite crônica ou algum ferimento no nariz.

Mais detalhes

Não é incomum crianças nascerem com um bloqueio nos canais de drenagem das lágrimas, o que gera um quadro de lacrimejamento constante e olhos constantemente úmidos e, às vezes ocorrendo até quadros agudos de infecção com secreção purulenta nos olhos, o que o confunde com conjuntivite.
Quando iniciado o tratamento nos primeiros meses de vida, a chance de cura é grande, seja através de massagem por sondagem das vias lacrimais e, se necessário, cirurgia.

O entrópio é uma doença em que a pálpebra se vira sobre si mesma, contra o globo ocular, fazendo os cílios torcerem o globo ocular.


O ectrópio é uma doença onde a pálpebra se vira para fora e não entra em contato com o globo ocular.


Nesses dois casos, os olhos ficam irritados, provocando vermelhidão e lacrimejamento.


Tanto o ectrópio como o entrópio são mais frequentes nos idosos, ou então, em indivíduos que sofreram uma lesão na pálpebra com formação de uma cicatriz.


Ambas patologias podem ser corrigidas com cirurgia.

Médicos especialistas

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Dr. Geraldo das Neves Filho

CRM-MG: 13.809 | RQE: 7.929

ESPECIALISTA EM GLAUCOMA, CATARATA, PLÁSTICA OCULAR E ESTÉTICA

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Dr. Mario Abdalla Saad Neto

CRM-MG: 72.170 | RQE: 38.013

Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCPO)

ESPECIALISTA EM PLÁSTICA OCULAR E ESTÉTICA

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